Os três efes revisitados por Edgar Teles
Há muita gente que pensa que os três efes são uma coisa do passado, todavia o será? … No tempo do Salazar os três efes tinham uma máquina de propaganda de estado a protegê-los.
Hoje, porém, continuam a coexistir de forma indirecta, quiça, com mais poder ainda que nesses tempos. As preocupações dos portugueses continuam viradas para o tema de diálogo relacionado com esses temas, nas ruas é mais facilmente tema de conversa o golo de João Pinto ou o penalti de Rui Costa, do que temas mais prementes e construtivos para a realidade. O futebol, a parte da prática desportiva, leva a criação de uma imagem de um Portugal que é só capaz de se afirmar pela prática desportiva, esquecendo um Saramago, os bons resultados nos encontros de Matemática que muito mais valorizam o país. Mais. A própria imagem, o próprio apetizing gerado em torno deste evento torna-se, muitas vezes um escape social, qual ecstazy, que leva a que o Portugês fique alienado face à realidade em seu redor, fazendo parecer um dos poucos motivos pelo qual o português pode sorrir.
O F do Fado é hoje substituído pelo N de Novelas que devoram a atenção dos portugueses no horário nobre. Enquanto Fátima, não necessariamente Fátima mas a vivência de uma religiosidade cega que afecta o livre arbítrio do português. Toda essa vivencia ligada à igreja Catolica é um bloquei no desenvolvimento social e cientifico para Portugal. No tempo do salazarismo era feito com intenções politicas.
Hoje, infelizmente, sob a capa de entretenimento, esses três factores agem como um ópio que seda o português da realidade tornando um zombie que age movidos por esse padrões sem personalidade, que o torna uma sociedade de carneiros mal mortos que julgam que são leões, cuidando mais da estética corpea do que da estética das ideias. Não sou um pseudo intléctual a receitar uma injecção de bach para toda a gente, não que não o fosse necessário, mas antes com uma sociedade com um poder de oferta bem superior ao que tinhamos nós tinhamos no salazarismo os três efes continuem um opio mental imenso. Que Portugal nos espera ?…
Há muita gente que pensa que os três efes são uma coisa do passado, todavia o será? … No tempo do Salazar os três efes tinham uma máquina de propaganda de estado a protegê-los.
Hoje, porém, continuam a coexistir de forma indirecta, quiça, com mais poder ainda que nesses tempos. As preocupações dos portugueses continuam viradas para o tema de diálogo relacionado com esses temas, nas ruas é mais facilmente tema de conversa o golo de João Pinto ou o penalti de Rui Costa, do que temas mais prementes e construtivos para a realidade. O futebol, a parte da prática desportiva, leva a criação de uma imagem de um Portugal que é só capaz de se afirmar pela prática desportiva, esquecendo um Saramago, os bons resultados nos encontros de Matemática que muito mais valorizam o país. Mais. A própria imagem, o próprio apetizing gerado em torno deste evento torna-se, muitas vezes um escape social, qual ecstazy, que leva a que o Portugês fique alienado face à realidade em seu redor, fazendo parecer um dos poucos motivos pelo qual o português pode sorrir.
O F do Fado é hoje substituído pelo N de Novelas que devoram a atenção dos portugueses no horário nobre. Enquanto Fátima, não necessariamente Fátima mas a vivência de uma religiosidade cega que afecta o livre arbítrio do português. Toda essa vivencia ligada à igreja Catolica é um bloquei no desenvolvimento social e cientifico para Portugal. No tempo do salazarismo era feito com intenções politicas.
Hoje, infelizmente, sob a capa de entretenimento, esses três factores agem como um ópio que seda o português da realidade tornando um zombie que age movidos por esse padrões sem personalidade, que o torna uma sociedade de carneiros mal mortos que julgam que são leões, cuidando mais da estética corpea do que da estética das ideias. Não sou um pseudo intléctual a receitar uma injecção de bach para toda a gente, não que não o fosse necessário, mas antes com uma sociedade com um poder de oferta bem superior ao que tinhamos nós tinhamos no salazarismo os três efes continuem um opio mental imenso. Que Portugal nos espera ?…
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