Fa(c)to de engano por Edgar Teles
E verdade, lá vai na rua, nos escritórios, nos almoços esse pavão com plumas corvo que se faz de importante. Ele traja um fato e eis…!! todo o mundo olha, ele pode ser o maior cabrão que existe a face da terra, muito intriguista, muito elitista, um analfabeto cultural, mas não importa tem o fato logo é importante. O português padroniza as pessoas, mais do que pela a sua essência, pela forma como se apresenta. Um fato elegante é logo sinónimo de sublime, de honrado senhor, de grande prestígio, e de alta estripe, enquanto que pessoas que se trajem de outras formas são sempre vistas como mundanos sem classe cínicos. Pois é… esses eruditos parvos esses palhaços de gravata cuja temática de conversa é as suas conquistas na noite, o futebol, os locais onde foram (para exibir sua riqueza). Conversas que revestidas da mais patética mundaneidade, e da mais erudita parvoíce. Seres que devido a sua disfunção psicológica, dada a suas inaptidões para as artes, sofreram uma mutação genética no àlito sendo de aroma de perfume de esgoto. Esses mesmo que na sua elegância visual não revestem, igualmente, o seu comportamento sendo de uma má educação extrema querendo passar à frente de toda a gente. Nas ruas puxa sempre o seu colarinho, tanto, tanto, tanto, para realçar a marca da sua camisa. Ou… quando não é o seu anel de ouro, ou falar muito alto nas ruas, para que todos admirem o seu telemóvel ultimo modelo. O português projecta na aparência padrões de comportamento os quais não são assim tão estanques na sociedade portuguesa, o fato protagoniza a essência da imagem, essência que é tipicamente portuguesa. Pois é parece que o episódio das corridas de cavalo nos maias ainda não foi bem compreendido passado mais de cem anos. Não importa vestir pierre cardin quando o espírito está revestido de lã da aldeia. Antes de trajar o corpo deve-se trajar a mente, de cultura, de sensibilidade, de humildade, o que em Portugal não se faz sendo o fato, de facto, um elemento da hipocrisia social portuguesa. Uma pessoa vale mais quando está trajada a sua personalidade e carácter, de mui nobres valores, do que quando está trajado o seu corpo. A que sacudir Portugal do jugo da aparência que desvaloriza o eu. Claro que em Portugal falta uma cultura de indivíduo, não de individualismo, que faça valorizar o eu interior facto que distingue países desenvolvidos de países subdesenvolvidos. Como pode Portugal ser desenvolvido se a gravata do fato estrangula a aparência social?!!!
E verdade, lá vai na rua, nos escritórios, nos almoços esse pavão com plumas corvo que se faz de importante. Ele traja um fato e eis…!! todo o mundo olha, ele pode ser o maior cabrão que existe a face da terra, muito intriguista, muito elitista, um analfabeto cultural, mas não importa tem o fato logo é importante. O português padroniza as pessoas, mais do que pela a sua essência, pela forma como se apresenta. Um fato elegante é logo sinónimo de sublime, de honrado senhor, de grande prestígio, e de alta estripe, enquanto que pessoas que se trajem de outras formas são sempre vistas como mundanos sem classe cínicos. Pois é… esses eruditos parvos esses palhaços de gravata cuja temática de conversa é as suas conquistas na noite, o futebol, os locais onde foram (para exibir sua riqueza). Conversas que revestidas da mais patética mundaneidade, e da mais erudita parvoíce. Seres que devido a sua disfunção psicológica, dada a suas inaptidões para as artes, sofreram uma mutação genética no àlito sendo de aroma de perfume de esgoto. Esses mesmo que na sua elegância visual não revestem, igualmente, o seu comportamento sendo de uma má educação extrema querendo passar à frente de toda a gente. Nas ruas puxa sempre o seu colarinho, tanto, tanto, tanto, para realçar a marca da sua camisa. Ou… quando não é o seu anel de ouro, ou falar muito alto nas ruas, para que todos admirem o seu telemóvel ultimo modelo. O português projecta na aparência padrões de comportamento os quais não são assim tão estanques na sociedade portuguesa, o fato protagoniza a essência da imagem, essência que é tipicamente portuguesa. Pois é parece que o episódio das corridas de cavalo nos maias ainda não foi bem compreendido passado mais de cem anos. Não importa vestir pierre cardin quando o espírito está revestido de lã da aldeia. Antes de trajar o corpo deve-se trajar a mente, de cultura, de sensibilidade, de humildade, o que em Portugal não se faz sendo o fato, de facto, um elemento da hipocrisia social portuguesa. Uma pessoa vale mais quando está trajada a sua personalidade e carácter, de mui nobres valores, do que quando está trajado o seu corpo. A que sacudir Portugal do jugo da aparência que desvaloriza o eu. Claro que em Portugal falta uma cultura de indivíduo, não de individualismo, que faça valorizar o eu interior facto que distingue países desenvolvidos de países subdesenvolvidos. Como pode Portugal ser desenvolvido se a gravata do fato estrangula a aparência social?!!!
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